quinta-feira, 3 de junho de 2010

Ela não está vencendo!




Essa foto aí, faz muitos, muitos anos! Estávamos, eu, o Papai, o Américo, a Cláudia e a Kênia, na casa da tia Walquíria. Nessa época, eu não sabia que as pessoas morriam. Quer dizer, a morte não era minha conhecida tão íntima. Depois dessa foto, de tempo em tempo, ela começou a aparecer e a se mostrar para mim. Mesmo assim, não me acostumei à sua presença. Ela sempre me machuca.De alguma forma eu tento mostrar a essa desmancha prazeres que, mesmo quando ela vem, não vence. Enquanto eu os guardar na minha memória e na minha alma, as pessoas que ela tenta afastar de mim, sobreviverão.
Peço a vocês, que leem este blog, que se sintam à vontade para contribuir com histórias, lembranças, fotos, etc. Deixem nos comentários para que eu possa publicá-los. Será um auxílio luxuoso na construção das lembranças.

Ontem, na escola em que eu trabalho, me lembrei de um caso que o Papai contava: Na época em que o Fabinho estudava no Grupo Escolar Rodrigues Campos,num dia em que quis cabular aula (adoro essa expressão!), ele ligou para a secretaria e, disfarçando a voz, falou:
- Estou ligando para avisar que o Fábio Tunes Filho não irá à aula hoje, porque está doente.
A secretária, perguntou:
- Quem é que está falando?
O Fabinho, imediatamente, respondeu:
- Aqui é o meu pai!

Que presença de espírito, heim?!

Então, me lembrei de uma outra história. Essa, não é do Papai, mas de um caso que li no blog do Luís Nassif e que, disseram, foi verdade acontecida:

Numa ocasião, quando chegou a um botequim para tomar "umas", tinha "acabado a luz".
O herói do "causo" pediu uma cachaça e o atendente disse:
- Mas estamos sem energia, 'Seu' Fulano.
Ao que, ele retrucou:
- Eu vim aqui para tomar pinga, não para tomar choque!

Fiquei rindo sozinha... mas eu quero mesmo, é compartilhar essa risada!

P.S.: Me desculpem a falta de atualização do blog, mas está dureza encontrar tempo para postar.
Bom feriado, Turma!

Foto: Acervo pessoal.

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